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Marquito constrói ponte com executivo de Florianópolis



O deputado Marquito (PSOL) realizou a primeira conversa do mandato com um executivo municipal nesta semana. Foi com o secretário de Meio Ambiente de Florianópolis, Fábio Braga, e a superintendente da Fundação do Meio Ambiente (Floram), Beatriz Campos Kowalski. Foram diversos assuntos e encaminhamentos.


A inclusão de sistemas individuais de saneamento ecológico nos modelos aprovados pela Prefeitura de Florianópolis foi um dos temas. “Em breve, vamos promover uma reunião de Braga e Kowalski com a coordenadora da Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC, Maria Elisa Magri, e o professor do mesmo curso Pablo Heleno Sezerino para aprofundar a conversa”, afirmou Marquito.


Também foi abordado o problema de balneabilidade que a praia do Morro das Pedras vem encarando. Foi sugerida e prontamente aceita uma ação fiscalizatória e pedagógica no local, inclusive com a possibilidade de financiamento via boleto da Casan de implantação de sistemas individuais.


Foram solicitadas informações sobre as obras de macrodrenagem que estão sendo realizadas pela Ilha de Santa Catarina. Um pedido de acesso ao projeto já foi repassado para a secretaria municipal de Transportes e Infraestrutura.


O deputado ainda trouxe para a mesa os relatos de catadores de recicláveis sobre as dificuldades que vêm enfrentando, principalmente com relação à mistura de diferentes materiais e à baixa nos preços pagos pelos compradores.


Como foi vereador de Florianópolis antes de assumir como deputado na Assembleia Legislativa, Marquito pediu apoio aos seus projetos de lei do Turismo de Base Comunitária e do Pagamento por Serviço Ambiental Urbano (PSAU), este segundo para que catadores recebam um valor por fazerem o serviço de retirar materiais dos aterros. Ambos estão para ser votados na Câmara.


Por fim, todos os presentes celebraram a Lei da Compostagem, de autoria do mandato de Marquito na Câmara de Vereadores de Florianópolis, e que vem possibilitando, com a implantação dos pátios de compostagem, a redução de lixo orgânico enviado para aterros sanitários. “E nos colocamos à disposição para seguir contribuindo para o fortalecimento da gestão comunitária da compostagem”, acrescentou o deputado.




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1 comentario


Hans Gotz
Hans Gotz
28 abr 2023

A questão do lixo é muito pior do que colocas. Não é o lixo material orgânico que é o problema, mas o lixo plástico , que contamina solo , ar. água... Nada foi feito nesse sentido.. Inócuo... Incrível tuas prioridades..

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